Pós-Op

Informações do Pós-Operatório:

a) Como é feito o acompanhamento no período pós-operatório?

Após a operação, o paciente deverá ser acompanhado regularmente e de modo contínuo. Inicialmente as consultas são mais frequentes com a intenção de observar como o paciente está se saindo na fase de adaptação mas com o passar do tempo, as visitas vão sendo apenas de acordo com a necessidade ou mesmo anualmente com o objetivo geral de ver como o paciente vem mantendo o peso, como está seu estado nutricional e mesmo descartar complicações tardias. É importante frisar que mesmo após muito anos da operação e mesmo que não sinta nenhum sintoma, o paciente deve procurar seu médico para o acompanhamento pós-operatório regularmente e na frequência combinada (veja abaixo).

A rotina de acompanhamento varia entre equipes bariátricas diferentes sendo igual apenas no que diz respeito à necessidade de este acompanhamento ser por toda a vida do paciente. Em nossa rotina, a recomendação de acompanhamento pós-operatório é da seguinte maneira:

  • Entre 10 a 15 dias após a operação – este retorno deve ser obrigatoriamente com o cirurgião e a nutricionista. O primeiro retorno tem a intenção de (a) conferir a aceitação e correto cumprimento da alimentação líquida (veja em Nutrição, na parte de dieta pós-operatória); (b) checar como está(ão) a(s) incisão(ões) da operação, verificar ausência de complicações desta(s) e proceder à retirada de pontos; (c) identificar problemas porventura existentes, que nesta fase são mais frequentes os pulmonares; (d) verificar se o paciente está cumprindo corretamente suas recomendações pós-operatórias incluindo a tomada da vitamina (quando necessária), ocorrência de vômitos, problemas psicológicos e manutenção da hidratação; (e) esclarecer dúvidas do paciente; (f) recomendar atividade física adequada para o período; (g) reforçar recomendações pós-operatórias permanentes como a importância da alimentação correta (incluindo as proibições de doces, refrigerantes e outras nos primeiros 3 meses e a de bebidas alcoólicas até o sexto mês), a reeducação alimentar, a mastigação correta, etc.
  • Após 1 mês da operação – neste segundo retorno, o paciente ainda está se adaptando e tendo contato com a sua “vida nova”. Aqui, ele deverá se consultar com o cirurgião e a nutricionista mas também, eventualmente de acordo com as necessidades de cada paciente, com endocrinologista, cardiologista, etc. Nesta consulta em geral procuramos (a) conferir o correto cumprimento da alimentação (que neste momento estará sendo mudada da fase pastosa para a fase branda); (b) identificar problemas porventura existentes; (c) verificar o correto cumprimento das recomendações pós-operatórias incluindo a tomada da vitamina (quando indicada), ocorrência de vômitos, problemas psicológicos (muito raros nesta fase) e manutenção da boa hidratação; (d) esclarecer dúvidas do paciente; (e) recomendar atividade física adequada para o período; (f) reforçar recomendações pós-operatórias permanentes como a reeducação alimentar (que neste período é especialmente importante devido à mudança maior que acontecerá entre os alimentos pastosos e os sólidos), evitar hábitos errados como beliscar, comer doces e dormir mal (muitos pacientes trocam o dia pela noite e isto é prejudicial), etc. Nesta consulta, quando for julgado necessário, o paciente será encaminhado para iniciar o acompanhamento pós-operatório também com a psicóloga ou psiquiatra. É importante tanto nesta como nas outras consultas que virão, o cirurgião lembrar o paciente de comparecer à Reunião do Grupo de Apoio ao Paciente Obeso, frisando sua relevância inclusive para manter sua motivação.
  • Com 2 meses da cirurgia – agora o paciente já está mais “confiante”, pois já viu que está perdendo peso e já está comendo alimentos “normais”. Nesta etapa, os pacientes deverão se consultar com o cirurgião e a nutricionista ou ainda outro profissional da equipe se assim for julgado necessário ou de acordo com problemas que ele tinha antes da operação. Esta consulta é mais para verificar a adaptação, retirar dúvidas, confirmar a tomada da vitamina diária (quando indicado), oferecer dicas de alimentação e corrigir possíveis erros de hábitos. Em nossa rotina não costumamos pedir exames até esta época a não ser quando o paciente tivesse alguma alteração pré-operatória que mereça vigilância como alterações de taxas como a de colesterol, glicose e ácido úrico ou a presença de esteatose (acúmulo de gordura) no fígado. Nesta consulta há um reforço especial para que o paciente faça atividades físicas se ainda não tiverem iniciado pois é de suma importância para a perda de peso. Também nesta consulta o cirurgião procurará identificar possíveis complicações mesmo que menos importantes ou que o paciente ainda não tenha percebido.
  • Após 4 meses da operação – o retorno aqui é mais para reafirmar as mesmas informações da consulta anterior e identificar problemas. Como sempre, as mesmas preocupações anteriores se aplicam: reforçar recomendações importantes, verificar se o paciente está cometendo erros alimentares, se anda vomitando com frequência, como vai com a tomada diária da vitamina e a prática de atividade física, etc. Cuidar para identificar possíveis problemas psicológicos.
  • Aos 6 meses da operação – Nesta consulta além de continuar com o reforço dos hábitos corretos, conferir o correto cumprimento das recomendações por parte do paciente, verificar tomada da vitamina (quando indicada) entre outros, o cirurgião deverá pedir exames de controle pós-operatório que em geral incluem exames de sangue e ultrassonografia. Embora alguns cirurgiões costumem solicitar endoscopia rotineiramente, nosso hábito é solicitar este exame apenas quando o paciente sintomas ou se anda vomitando com frequência.
  • Após 1 ano da operação – nesta fase a adaptação já aconteceu e o peso já está estabilizado ou próximo disso. O paciente só não fez sua reeducação alimentar se não quis ou não tentou porque já houve tempo suficiente para tanto. Neste momento do pós-operatório, o acompanhamento, que deverá ser com a nutricionista e o cirurgião, visará buscar problemas de longo prazo que estão surgindo ou que estão na iminência de surgir. Estes são mais relacionados com a deficiência de vitaminas e oligoelementos nos casos de pacientes que não os tomam (quando indicado) e hábitos alimentares errados, principalmente comer doces, “beliscar” e etilismo. Estes são importantes de se combater porque são os que irão “sabotar” o resultado da operação a longo prazo: pacientes que perdem peso bem no início e depois começam lentamente a engordar de novo. É também nesta etapa em que o cirurgião irá solicitar exames de controle (de sangue e ultrassonografia; endoscopia às vezes). Outro possível “sabotador” que começa a se manifestar por volta de um ano da operação são os transtornos de ansiedade e depressão e por isso mesmo precisam ser identificados. Havendo necessidade, o paciente será encaminhado à psicóloga ou o psiquiatra da equipe.
  • Anualmente, depois de então – depois disso, os controles deverão ser anuais salvo nos casos em que haja problemas ou quando o próprio paciente enfrentar dificuldades ou contratempos. Valem aqui as mesmas recomendações do controle de um ano após a cirurgia: cuidados para excluir deficiências nutricionais (vitaminas), previnir e erradicar hábitos alimentares errados, reforçar a importância de evitar bebidas alcoólicas e doces, convidar a participar das reuniões do Grupo de Apoio ao Paciente Obeso Mórbido para que o paciente volte a se sentir motivado e estimular a prática de atividade física regular. Alguns pacientes depois de dois ou mais anos depois de operados voltam a ganhar peso (veja em mais detalhes no próximo tópico) e caso este problema esteja acontecendo o cirurgião irá tentar identificar a causa para expô-la ao paciente e assim ajudá-lo a “voltar aos trilhos”.

b) Por quê alguns pacientes voltam a engordar após algum tempo da operação?

Primeiro, uma informação: quase todos os pacientes ganham um pouco de peso após dois anos da operação. De certa forma, este ganho ponderal é “esperado”, uma vez que passada aquela primeira fase em que o paciente está em “lua-de-mel” com a operação e segue mais rigorosamente as recomendações pós-operatórias da equipe, ele começa a não mais evitar alguns alimentos não-recomendados, deixa de fazer atividade física pelos motivos mais variados (e não convincentes) e, enfim, passa a cometer pequenos “pecados”. Contribui muito para isso a diminuição da motivação (por isso é tão importante a participação das reuniões do Grupo de Apoio ao Paciente Obeso Mórbido) que pode acontecer com o passar do tempo, pelo distanciamento maior entre as consultas nas quais era feito o reforço das recomendações. Outro fator preponderante nestes casos são os problemas psicológicos que podem estar presentes (na maioria das vezes são os mesmos problemas que já existiam antes da operação) como depressão ou transtorno de ansiedade. Estes são altamente prejudiciais por serem definitivamente os maiores causadores de hábitos errados como o consumo aumentado de doces, bebidas alcoólicas e o hábito de “beliscar”.

Segundo, outra estatística: em apenas 5 a 10% dos casos, o reganho de peso é muito significativo e faz o sucesso da operação ser frustrado. Isto porque mesmo quando o paciente ganha muito peso, ele não volta a atingir o mesmo peso que havia antes da operação. Por exemplo, um caso mais provável é se ver um paciente que perdeu 50Kg mas depois engordou 20Kg. Embora haja um grande ganho de peso, o paciente ainda tem um saldo bastante positivo no cômputo geral.

Dito isso, qual seria a causa deste temível problema?

Em muitos casos, o paciente chega ao consultório pensando que houve algum problema com a sua cirurgia como que o “estômago dilatou” ou que “ela não faz mais efeito”. Estes são mitos. A verdade é que na IMENSA maioria dos casos o causador é o proprio paciente com seus hábitos errôneos. Independente do que leva o paciente a sabotar a própria operação, os maiores culpados são em geral três:

  1. Consumo de doces: eles além de serem MUITO calóricos, geralmente são fáceis de digerir e assim o estômago se esvazia rapidamente tornando possível a ingestão de quantidades maiores do que seriam possíveis, caso o alimento fosse de outro tipo. Exemplo: após a cirurgia o paciente provavelmente não conseguirá comer um prato de comida normal inteiro mas é bem possível que consiga tomar um pote de 2 litros de sorvete. Não precisa nem falar do dilúvio de calorias que estarão sendo ingeridas em um caso assim. E atenção: todos os doces entram nesta regra: balas, refrigerantes, sorvete, picolés, bolos, chocolates e sobremesas em geral. Os doces ainda têm outro problema: viciam! Às vezes, o paciente começa comendo pouco mas após algum tempo estará ingerindo quantidades cada vez maiores.
  2. Etilismo: o álcool padece do mesmo mal dos doces: é rapidamente esvaziado do estômago e tem calorias em abundância. E há mais: muitos pacientes que bebem abusivamente tendem a achar que não bebem tanto assim. É importante lembrar que o consumo exagerado não é só aquele em que o paciente bebe em grande quantidade eventualmente mas também aqueles em que o paciente bebe “moderadamente” mas com muita frequência (como diariamente, por exemplo). O álcool também tem o outro perigo do doce: vicia. Além de engordar, o paciente ainda estará correndo riscos sérios de doenças hepáticas porque a absorção do álcool após a cirurgia se dá de forma mais “direta” o que pode prejudicar o fígado. Este risco é ainda maior nos casos em que o paciente bebe e não se alimenta. Por este motivo, obesos mórbidos alcoólatras não devem nem ser operados em primeiro lugar.
  3. Beliscar comida: com “beliscar” quer-se dizer comer pouco mas inúmeras vezes. E é fácil entender porque este comportamento impede a cirurgia de funcionar adequadamente: na operação, o estômago é deixado pequeno para impedir o paciente de comer quantidades maiores. Contudo, se o paciente comer pouco mas em diversas vezes o saldo calórico final é o mesmo. É como se o paciente estivesse comendo a mesma quantidade total de calorias de antes da operação, apenas que agora está dividindo estas mesmas calorias em um número maior de refeições. Há ainda os pacientes que trocam o dia pela noite e então comem diversas vezes ao longo da noite. Pior ainda, pois o sono inadequado é fator de diminuição de gasto calórico pelo organismo.

Outro culpado frequente do ganho de peso é a falta de atividade física. Não que isso exclusivamente vá causar o ganho ponderal mas é que quando o paciente faz atividade física o ganho ponderal é evitado em até certa medida, mesmo quando comete alguns excessos ou “pecados”. É como se a prática de exercícios fosse uma vacina para prevenção deste problema.

Mas agora vem uma pergunta crucial: se todo paciente em geral sabe que deve evitar doces, bebidas alcoólicas e não beliscar, então por quê mesmo assim cometem o erro? Parece simples mas a explicação pode ser ou porque o paciente não tem compromisso com as recomendações pós-operatórias (o que ainda assim é difícil de entender) ou o mais provável: problemas psicológicos o impelem a cometer os “delitos” mencionados.

Os problemas psicológicos nestes casos são geralmente os mesmos que já existiam antes da operação e que provavelmente foram a própria causa de o paciente ter se tornado obeso mórbido. É sabido que pessoas sob estresse emocional (seja depressão ou ansiedade) tendem a procurar uma válvula de escape que pode ser na forma de doces, álcool, comportamentos abusivos como comprar compulsivamente, etc. Funciona como um mecanismo de defesa e é assim mesmo que é chamado pelos psicólogos.

Daí, ser de suma importância que problemas de natureza psicológica ou psiquiátrica sejam relatados pelo paciente ao seu médico ou que este investigue e identifique a sua presença para então tratar e evitar o consequente ganho de peso.

E nos casos em que o reganho de peso já aconteceu: não há mais o que ser feito? Tudo está perdido? Felizmente, a resposta é não, nada está perdido. A cirurgia nestes casos não se desfez ou “perdeu o efeito” mas apenas não está sendo eficaz porque o comportamento inadequado do paciente sabota seu funcionamento. A solução (que na maioria das vezes é simples mas nem por isso é fácil) é o paciente voltar a manter hábitos corretos: praticar atividade física e evitar os 3 pecados capitais do reganho: doces, álcool e beliscar. Na maioria das vezes, é preciso para isso o paciente fazer acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico, visto que quase sempre problemas nesta esfera estão presentes. A participação no Grupo de Apoio é também de valor nestes casos pois é fator de motivação. Em geral, pacientes que haviam tido reganho ponderal voltam a perder peso tão logo voltem a seguir corretamente as recomendações pós-operatórias e evitem seus maus hábitos.

c) sensação de fraqueza

Alguns pacientes podem experimentar uma sensação de fraqueza ou astenia depois de meses ou anos após a cirurgia bariátrica. Quando isso ocorre, a causa mais provável é uma das seguintes:

  • O paciente pode estar sempre bebendo pouco líquido e com isso permanece hipohidratado (pouco hidratado). A explicação para isso é porque após a operação muitos pacientes não sentem mais tanta sede e acabam bebendo menos que o recomendável, o que pode inclusive causar outros problemas como infecção urinária ou cálculos renais. Portanto, depois da operação, mesmo muito tempo depois, procure sempre beber bastante; ou
  • O paciente pode estar com deficiência de vitaminas, sendo a falta de vitamina B12 uma das mais frequentes. Isto é fácil de se detectar e corrigir: procure seu cirurgião e peça a ele que lhe solicite um exame de sangue para verificar se este é o problema. Se o exame confirmar ser esta a causa, o tratamento é a suplementação. Em alguns casos pode ser necessária a suplementação com injeções; ou
  • O paciente pode estar tendo (embora nem sempre perceba) depressão ou sofrendo de excesso de ansiedade (chamado transtorno de ansiedade), que são causas muito frequentes de sensação de “falta de energia” até mesmo em pacientes que não são operados de obesidade mórbida. Procure seu médico ou um psiquiatra para descartar esta possibilidade

d) Prevenção de formação de pedra s na vesícula

Sabe-se que qualquer pessoa que perca muito peso em um curto período de tempo (mesmo que não seja através da operação bariátrica) tem um risco maior de desenvolver pedras na vesícula biliar (chamada de colelitíase). Este risco não é tão elevado, mas como gira em torno de 7a 10% também não chega a ser baixo.

O fato é que para previnir o problema alguns cirurgiões quando realizam cirurgias de obesidade aproveitam a oportunidade e retiram a vesícula biliar na mesma ocasião, mesmo que em seu interior não haja pedras. Esta não é nossa preferência. Nós somente retiramos a vesícula biliar quando o paciente já tem pedras em seu interior. Para evitar o risco de desenvolvê-las nos demais casos, nós prescrevemos para nossos pacientes um remédio (ácido ursodesoxicólico) que evita a sua formação.

Este remédio é o URSACOL 150mg e prescrevemo-lo duas vezes ao dia para ser tomado nos primeiros 6 meses após a operação. Converse com seu médico após a operação se desejar tomar este remédio e assim previnir o problema.

e) A queda de cabelo

Quase todos os pacientes têm uma queda de cabelo temporária após a operação bariátrica que ocorre geralmente entre o 3º e o 4º mês pós-operatório até o oitavo. A queda de cabelo quando acontece é transitória e não é total, ou seja, o paciente não vai ficar “careca”.

A causa da queda de cabelo pode ser atribuída fatores como a própria perda de peso (que faz o organismo tentar economizar proteínas, a matéria prima do cabelo), deficiência de zinco e/ou proteínas.

Algumas medidas preventivas podem ser tomadas como o paciente aumentar a ingesta de proteínas (leite, clara do ovo, carnes, queijo) e aumentar a ingesta de zinco (carne de vaca e porco, amendoim e legumes). Infelizmente, o zinco dos legumes não é tão disponível quanto o das carnes de forma que o paciente deve preferir o zinco de origem animal.

Quando a queda de cabelo acontece, normalmente prescrevemos uma suplementação de oligoelementos afora a vitamina que o paciente já vem tomando (geralmente). Esta medida juntamente com a anterior normalmente para ou diminui a queda de cabelos. Mesmo quando o paciente não segue nenhuma destas recomendações, a queda de cabelo normalmente para por volta do 8º mês.

Se o paciente tiver queda de cabelo depois desta época ou mesmo muito tempo depois disso, a causa geralmente é outra: ou pode ser porque o paciente não vem tomando sua suplementação polivitamínica recomendada ou porque está com depressão (que pode causar queda de cabelo mesmo em quem não é operado de obesidade). Neste caso, deverá procurar seu médico para identificar a causa e tratá-la.

d) Vômitos pós-op

d) Após operado, vou querer comer e não vou poder?

e) Atividade Física no Pós-Operatório

f) Causas de Reganho de Peso

g) Desenvolver hábitos saudáveis

h) Cirurgias Plásticas depois da Operação

i) Alimentos Saudáveis no Pós-Operatório

 

 

k) É frequente vomitar? Como fazer para não acontecer?

Página Em Construção

Desculpe o transtorno, mas ainda estamos construindo o site tentando incluir o máximo possível de informações sobre cirurgia bariátrica.

Infelizmente o nosso tempo é exíguo e alguns links ainda estão incompletos.

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